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O artigo analisa os últimos anos do século XVI e pretende desmontar a visão mítica que existe sobre os assentamentos ingleses no que hoje é a costa oriental dos Estados Unidos. Se têm assegurado que os primeiros ingleses chegaram a essa parte do mundo traziam as sementes da democracia, que logo floresceriam nessas terras. O argumento central deste artigo contradiz essa tese e argumenta que os primeiros que chegaram perseguiam os mesmos interesses de seus contemporâneos espanhóis no resto do continente e que as políticas de colonização permanente foram produto da inexistência de minerais preciosos ou de uma cultura indígena sofisticada que pudesse ser submetida e explorada. O resultado foi a autonomia outorgada pela Corona e a sedução mediante a adjudicação profusa de terras, como política subsidiária frente à de saqueio que inicialmente se quis estabelecer. Esta autonomia estabeleceu as bases de um sistema legal caraterizado pela participação de um número substancial de membros de cada comunidade, e este é o tema da segunda parte deste artigo. 

Beltrán-Cristancho, M. (2010). Políticas britânicas nas primeiras colónias americanas, crítica à visão mítica sobre seu estabelecimento e efeitos na sua tradição legal estadunidense. Revista Estudios Socio-Jurídicos, 5(2), 198–223. Recuperado de https://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/259

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