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Introdução: o crescimento sustentado do gasto em saúde observado no nível mundial tem dado lugar à necessidade de atribuir e cientemente os recursos. Para isso, as avaliações económicas constituem uma valiosa ferramenta para a tomada de decisões no setor saúde. Para a sua implementação devemse estimar os custos das alternativas a ser avaliadas. Entre os estudos de custos encontram-se os que estimam os custos de doenças, os quais permitem identi car, quanti car e valorar todos os recursos económicos compreendidos em uma decisão relativa ao processo de saúde-doença-atenção. Objetivo: propõese descrever como as diferentes perspectivas de análise podem modi car a estimação de custos de uma condição de saúde. Material e métodos: se realizou um estudo descritivo com base a uma revisão não sistemática da literatura acerca da perspectiva de análise nos estudos de custos de doenças incluindo trabalhos de investigação no período com- preendido entre 1960 e 2015. Resultados: observa-se que as estimulações dos custos associados a uma doença consideram, na maioria das perspectivas, só os custos diretos sanitários derivados das prestações necessárias para a prevenção e tratamentos de doenças. Salvo desde a perspectivado paciente e a sua família, os custos diretos não sanitários não costumam incluir-se nas valo- rações económicas da uma doença. Os custos indiretos e intangíveis só estão presentes em forma indireta quando desde a perspectiva do pro ssional, o Estado ou o terceiro pagador se tomam decisões em função de estudos do tipo custo-utilidade nos que subjaze a qualidade de vida dos pacientes. Discussão: não reconhecer todos os custos que intervém em uma doença pode subes- timar o impacto económico da mesma, dando lugar a políticas sanitárias incorretas, ine ciente atribuição de recursos e avaliações parciais dos custos associados a tratamentos ou alternativas disponíveis, o qual poderia enviesar os resultados obtidos em estudos do tipo custo efetividade utilizados para guiar a prática médica e a cobertura de prestações.

Nadia Vanina Ripari, Universidad Nacional del Sur. Bahía Blanca (BuenosAires), Argentina

Universidad Nacional del Sur. Bahía Blanca (BuenosAires), Argentina

María Eugenia Elorza, Universidad Nacional del Sur. Bahía Blanca (BuenosAires), Argentina; Instituto de Investigaciones Económicas y Sociales del Sur (IIESS)

Universidad Nacional del Sur. Bahía Blanca (BuenosAires), Argentina; Instituto de Investigaciones Económicas y Sociales del Sur (IIESS)

Nebel Silvana Moscoso, Universidad Nacional del Sur. Bahía Blanca (BuenosAires), Argentina; Instituto de Investigaciones Económicas y Sociales del Sur (IIESS)

Universidad Nacional del Sur. Bahía Blanca (BuenosAires), Argentina; Instituto de Investigaciones Económicas y Sociales del Sur (IIESS)
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