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Objetivos: analisar o consumo de ferro em adultos sãos de Medellín segundo aspectos demográficos e sua correlação com a hemoglobina. Materiais e métodos: estudo transversal correlativo em 109 sujeitos. Aplicou-se uma enquete semiquantitativa de frequência de consumo de alimentos fonte de ferro tendo em conta a frequência do consumo e a porção. Calcularam-se medidas de resumo e frequências, U de Mann Withney, H de Kruskal Wallis, Anova y correlação de Spearman. O anterior empregando SPSS versão 20.0, considerando um nível de significação estadística de 0,05. Resultados: a idade média foi 32 anos, 64,2 % eram de gênero feminino, 81,6 % com estudos téc­nicos ou universitários, 29,3 % estudantes e 43,9 de estrato social baixo. Achou-se um consumo diário de 12,3mg/dia em média, 61 % proveniente de ferro não-heme. O ferro total consumido foi estadisticamente maior em desempregados que em trabalhadores, estudantes e donas de casa. O consumo de ferro heme foi estadisticamente superior em indivíduos com pós-graduação. Não se observaram diferenças estadisticamente significativas ao comparar o consumo de ferro por gênero, estrato, grupo etário e quantificação de hemoglobina. Conclusões: a baixa ingestão do ferro não está influenciada pelo gênero nem o grupo etário, mas sim por ocupação e escolaridade, e é um fator que não permite diminuir as prevalências de deficiência de ferro e outros micronutrientes. Requere-se implementar mais e melhores estratégias de educação nutricional e de aumento da disponibilidade, a produção e o consumo de alimentos seguros.

Mantilla Gutiérrez, C. Y., & Cardona Arias, J. A. (2014). Consumo de ferro em adultos de Medellín, segundo aspectos sócio-demográficos, 2012. Revista Ciencias De La Salud, 12(2), 213–228. https://doi.org/10.12804/revsalud12.2.2014.06

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