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As pesquisas que analisam as atitudes políticas na Espanha se têm caraterizado fundamentalmente por ter um enfoque descritivo, ainda que algumas delas têm tentado buscar explicações ao tipo de atitudes nos acontecimentos e no desenvolvimento histórico político do país. Os indicadores atitudinais utilizados neste trabalho tentam medir e e estruturar as atitudes e percepções políticas dos espanhóis. Devido a que não é uma análise longitudinal não se pode falar em sentido estrito de uma estrutura dimensional da cultura política. O uso de cada um destes indicadores está justificado, se bem não se estabelece uma classificação dos mesmo nas dimensões originais assinaladas por Almond e Verba, e que a maioria dos autores têm utilizado: cognitivas, afetivas e avaliativas. O objeto deste trabalho é apresentar uma crítica a dita classificação e propor um modelo para a distribuição de tais indicadores atitudinais em dimensões de acordo com os indicadores empregados em cada caso. Para descobrir a estrutura dimensional das orientações ou atitudes políticas dos espanhóis se têm criado índices de medição que permitem conhecer a relação entre os indicadores utilizados em uma análise fatorial. Finalmente, se descreve cada uma das dimensões extraídas da análise e se debate sobre a coerência das relações entre as atitudes incluídas em cada uma delas. 

Mateos-Díaz, A. (2010). Uma aproximação às atitudes políticas dos espanhóis mediante uma estrutura dimensional indutiva. Revista Estudios Socio-Jurídicos, 6(2), 90–116. Recuperado de https://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/289

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