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Este artigo aponta inicialmente a mostrar por que o exame cultural dos problemas políticos sole parecer exótico neste tipo de pesquisas. Estabelecidas as bases deste exotismo metodológico, utiliza ferramentas culturais para desvelar os fundamentos autoritários do regime colombiano e, por essa mesma via, revela os riscos existentes em confundir os supostos que têm regido a noção democrática de representação (de ordem cultural). Mostra, portanto, de que maneira os elementos culturais de um regime manifestamente autoritário podem oferecer explicações acerca dos impedimentos que teria enfrentado o cidadão colombiano, deformado autoritariamente por sua cultura, para entrar a exercer cidadania participativa; isso à sua vez, permite entender a sobrevivência da denominada cultura imperante. Ao final, o artigo formula uma proposta de fatura de todo este mecanismo, ligada à revisão da missão e da visão do aparato educativo do Estado colombiano. 

Congote-Ochoa, B. (2010). Cultura autoritária, impermeabilidade política e “cultura da violência”. O caso da Colômbia. Revista Estudios Socio-Jurídicos, 5(2), 276–307. Recuperado de https://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/255

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