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O constitucionalismo transformativo é uma forma de interpretação jurídica que visa permitir, a longo prazo, alcançar uma sociedade mais justa, democrática e não exclusiva. Assim, é uma ferramenta para transformar estruturas existentes. Na América Latina, o constitucionalismo transformador internacional é vislumbrado na práxis da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Por meio de suas decisões, a Corte promove mudanças na conduta e nas estruturas do Estado para que estejam mais alinhadas com os direitos humanos. É neste ponto, porém, que questionamos a possibilidade de vincular o constitucionalismo transformador internacional ao pensamento decolonial. Este último refere-se a uma linha de pensamento que se afasta da lógica de um único mundo, forjada pela modernidade capitalista eurocêntrica, que é marcada por relações de poder, dominação e subjugação. Promove uma pluralidade de vozes e caminhos, e busca o direito à diferença e uma contra-hegemônica. Assim, por meio deste artigo, partimos da seguinte hipótese: se considerarmos o constitucionalismo transformador internacional como uma ferramenta que permite a transformação social em direção à garantia dos direitos humanos, especialmente para aqueles que sofrem com violência e exclusão, poderia ele ser considerado uma ferramenta decolonial? Ou isso nos impede de analisar subjetivamente casos concretos, apresentando apenas uma “cobertura decolonial”? Para responder a essa pergunta, além de fazer algumas considerações sobre as ideias mencionadas na tentativa de verificar os traços comuns, analisaremos a jurisprudência mais recente da Corte Interamericana em relação ao Brasil. Isso será feito, em particular, para avaliar como suas decisões permitem — ou não — uma aproximação dessas teorias, usando a abordagem e a linguagem da Corte em três casos para tratar das violações cometidas.

Tatiana Cardoso Squeff, Federal University of Rio Grande do Sul

Full-time professor of International Law at the Federal University of Rio Grande do Sul – UFRGS. Co-director of the Critical International Law – DiCri/CNPq research group. She holds a PhD in International Law from UFRGS, with a study period at the University of Ottawa, a Master's in Public Law from Unisinos with a study period at the University of Toronto, and a JD from UniRitter Laureate International Universities. She was appointed as expert to the HCCH by the Brazilian Ministry of Justice, and to the Inter-American Court of Human Rights by the Brazilian Federal Public Defender’s Office.

Bianca Guimarães Silva, University of Brasília

PhD candidate in International Law from the University of Brasília (PPGD/UnB). She also holds a Master's degree from the University of Brasília (PPGD/UnB). She is an advisor to the Vice-President of the Inter-American Court of Human Rights, Rodrigo Mudrovitsch. Member of the Critical International Law – DiCri/CNPq research group.

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