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Introdução: o setor floricultor tem sido afetado por anos por a alta ocorrência de doenças mus­culoesqueléticas entre seus trabalhadores. Diversos esforços têm sido postos em funcionamento para compreender a magnitude do problema, suas causas e suas possíveis soluções. Este manus­crito expõe desde a perspectiva acadêmica as lições e resultados do modelo de atuação indústria -academia para melhorar as condições ergonômicas da população trabalhadora deste importante setor industrial. Materiais e métodos: Se fez uma recopilação de atas, comunicações, reportes e publicações científicas dos trabalhos levados a cabo desde o ano 2007 com a participação do Centro de Estudos de Ergonomia do Departamento de Engenharia Industrial da Pontificia Universidad Javeriana. Uma análise retrospectiva desta informação buscou responder a perguntas sobre a origem dos trabalhos, objetivos perseguidos, resultados alcançados, benefícios obtidos e lições aprendidas. Resultados: o modelo de trabalho foi participativo. O motor iniciador dos trabalhos são as empresas produtoras de flores que fazem explícitas suas necessidades às seguradoras do trabalho. A criação global do estudo não foi encarregada à academia, senão construído com a aca­demia; e posteriormente refinado com a agremiação de produtores. Ainda que o objetivo global do trabalho é a prevenção de doenças, o trabalho se leva a cabo a partir de projetos, que na medida que foi passando o tempo, foram segurando fundos para a consecução de objetivos específicos re­lacionados com: a avaliação das condições ergonômicas do trabalho, a caracterização da população trabalhadora e o desenvolvimento, implementação e prova de soluções. Discussões: o modelo de colaboração indústria-academia apresentada evidencia importantes resultados tanto de melhoras às condições laborais quanto acadêmicas. Ainda que é necessário validar a visão da indústria sobre este tipo de modelos de trabalho colaborativo, considera-se que este caso foi de sucesso e portanto deveria ser replicado em outras indústrias. 

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