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Este artigo compara os programas de saúde materno-infantil na Argentina e no Chile, prestandolhe especial atenção às características institucionais de longo prazo e às tendências neoliberais presentes na organização das reformas sociais das décadas de 1980 e 1990. Objetivo: levar a cabo um estudo comparativo das transformações dos programas de saúde e nutrição materno-infantil, tendo em conta três aspectos conectados entre si: as políticas sociais, as capacidades institucionais e a execução de políticas. Metodologia: a análise documental realizada neste artigo enquadra-se no modelo de força estrutural de Carmelo Mesa-Lago e no modelo da estrutura centrada no estado de Theda Skocpol. Conclusões: apesar da relativa similitude nos lineamentos das políticas de saúde aplicadas em ambos os países, os contrastes nas características institucionais a longo prazo (os programas chilenos abordaram a saúde materno-infantil de forma mais eficiente que os argentinos) representam a maior parte da variação no processo geral de aplicação das reformas e o desempenho das políticas de saúde materna e infantil.

Alma Idiart, Instituto de Investigaciones Gino Germani

Investigadora del Instituto de Investigaciones Gino Germani/Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas, Argentina.

Lamentamos profundamente informar que en la fase final del proceso editorial de este artículo, su autora falleció. El comité editorial de la revista ha decidido publicar el artículo como un pequeño homenaje póstumo a la Profesora Idiart.

Idiart, A. (2013). Capacidades institucionais e execução de políticas sociais: Programas de saúde e nutrição materno-infantil na Argentina e no Chile (1930-2000). Revista Ciencias De La Salud, 11(1), 59–82. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/revsalud/a.2459

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