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Aflatoxina B1 (AFB1) é uma micotoxina identificado como o hepatocarcinogen mais potente. O metabolito resultante do processo de desintoxicação de AFB1 no fígado, tem a capacidade de reagir com o ADN genómico, gerando AFB1 DNA-aducto; transversão durante a replicação do ADN deste aducto induz G: C → T: A. Polimorfismos em genes que codificam as enzimas envolvidas na activação e na desintoxicação de AFB1 e enzimas de reparação do ADN têm sido associados com o risco de desenvolvimento de carcinoma hepatocelular (HCC). Além disso, em populações com elevada exposição a aflatoxina e elevada prevalência da infecção com vírus da hepatite B (VHB) tem sido mostrado um sinergismo entre estes dois factores de risco para o desenvolvimento de
carcinoma hepatocelular.

Diego Fernando Uribe-Yunda, Grupo de Gastrohepatología, Facultad de Medicina, SIU, Universidad de Antioquia. Medellín.

Uribe-Yunda, D. F. (2012). Mecanismos moleculares envolvidos na mutagenicidade induzida pela aflatoxina B1. Revista Ciencias De La Salud, 10(3), 403–419. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/revsalud/a.2302

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