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O síndrome de Down (SD) é a trissomia mais comum em humanos, apresentando-se em 1 de cada745 nascidos vivos e é a causa mais frequentes de retardo mental. A origem mais observada datrissomia é uma não-disjunção meiótica (95%), a qual geralmente é de origem materna, enquantoum 5% se deve a erros pós-zigoticos mitóticos. Objetivo: identificar a origem parental do cromossoma 21 extra, o momento do erro não-disjuncional e estabelecer uma correlação entre esteseventos e as manifestações fenotípicas dos pacientes afetados. Materiais e métodos: se estudaram cinquenta famílias com um filho com SD mediante o uso de cinco short tandem repeats (STR) aolonge de 21q, se construíram os haplótipos de cada paciente e seus pais, determinando a origemparental e o momento em que surgiu o erro não-disjuncional. Resultados: em 80% das famíliaso erro foi em meiose I e 20% na meiose II; 98% dos cromossomas adicionais foi de origem maternoe 2% paterno. Encontrou-se correlação genótipo-fenótipo em oito características estudadas:pescoço curto e amplo, terceira fontanela, lábio inferior proeminente, paladar apertado e curto,raiz da hélix a través da concha, alopecia, prega palmar única e outras anomalias como nevus exeroderma e eventos de recombinação em 24,5% das famílias analisadas. Conclusões:a idade maternae a variação no número de recombinações está associada com não-disjunções meióticas I e II; encontrou-se correlação entre o momento do erro não disjuncional e algumas variáveis clínicas.
Contreras Bravo, N. C., Silva Aldana, C. T., & Mateus Arbelaez, H. E. (2012). Correlação genótipo-fenótipo e análise molecular em pacientes com síndrome de Down. Revista Ciencias De La Salud, 10(3), 295–305. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/revsalud/a.2288

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