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Neste artigo, defenderei o dever que tem toda comunidade política de recordar um passado de injustiça e sofrimento recente, quando faz trânsito a uma sociedade democrática inclusiva em condições de igualdade. Na primeira seção deste artigo desenvolverei brevemente as noções democracia inclusiva, sorte moral e tomada de responsabilidade, o qual proporcionará os parâmetros para discutir os fundamentos do dever de recordar um passado problemático.

Na segunda seção, para seguir a reconstrução que faz Pablo de Greiff dos diferentes argumentos que se têm dado a este dever, defenderei a tese de que o fundamento deste dever se encontra em um argumento orientado ao passado, e como dito argumento responde melhor desde uma perspectiva ético-política cimentada em valores democráticos, que o argumento para o presente, que desenvolve De Greiff. 

Gamboa-Tapias, C. (2010). O dever de recordar um passado problemático. Revista Estudios Socio-Jurídicos, 7, 303–328. Recuperado de https://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/471

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