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Este artigo sustenta que a fundamentação econométrica da relação entre instituições jurídico-políticas e o crescimento está afetada por diversas limitações metodológicas que influem nas predições sobre o papel positivo do marco institucional em termos econômicos. Assim, os indicadores institucionais padecem uma inadequada definição respeito ao seu marco teórico, assim como as diversas dimensões de subjetividade que afetam a construção ou a informação que no fim lhes serve para a sua valoração. Pelo demais, as regressões e correlações mesmas não podem tomar-se como uma prova contundente do tipo de relação entre instituições e crescimento. Isto é ainda mais claro se temos em conta que existem problemas aos quais se lhes tem demonstrado a sua reversibilidade entre variáveis correlacionadas e uma excessiva volatilidade que dificulta as medições. 

Burgos, G. (2010). Instituições jurídico-políticas e crescimento económico: o que indicam os indicadores. Revista Estudios Socio-Jurídicos, 8(1), 39–71. Recuperado de https://revistas.urosario.edu.co/index.php/sociojuridicos/article/view/314

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