Conteúdo do artigo principal

Autores

Este artigo apresenta uma comparação dos conceitos de subordinação trabalhista na literatura jurídica colombiana com os conceitos de controle trabalhista na sociologia
do trabalho, especificamente o controle emocional cunhado por Hochschild e o controle da alma cunhado por Chen. Com base na análise, no texto, são identificadas
lacunas na conceituação doutrinária da subordinação trabalhista, que têm implicações significativas para a disciplina do direito do trabalho. Assim, o artigo começa com uma análise de como a subordinação no trabalho foi conceituada por alguns estudiosos e acadêmicos. Como referencial teórico para a análise, parto das ideias desenvolvidas pela sociologia da ciência para mostrar as fronteiras disciplinares existentes entre o direito do trabalho e a sociologia do trabalho, que são amplamente marcadas. Entre as descobertas mais relevantes está a falta de diálogo entre o direito e as ciências sociais,
pois ignoram completamente as formas de controle, como o controle emocional e o controle da alma, que são cada vez mais comuns nos ambientes de trabalho, principalmente no setor de serviços.

Juan Felipe Parra Rosas, Universidad de los Andes

Abogado con profundización en Derechos Humanos y Derecho Constitucional de
la Universidad del Rosario. Magíster en Derecho de la Universidad de los Andes y estudiante
del Doctorado en Derecho y la Maestría en Sociología de esa misma universidad. Profesor
de cátedra de la Universidad de los Andes y Universidad del Rosario

Parra Rosas, J. F. (2024). Tornando visível o invisível: controle emocional e controle da alma. Decifrando e desafiando como a subordinação é entendida e lida no direito do trabalho colombiano. Revista Estudios Socio-Jurídicos, 27(1). https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/sociojuridicos/a.14696

Downloads

Não há dados estatísticos.