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Na adolescência, a participação da família é considerada como um importante fator no processo de escolha profissional. Objetivou-se a investigação do nível de predição dos estilos parentais, congruência entre pais e filhos e autoeficácia dos filhos em relação à definição da escolha vocacional numa amostra de 140 alunos do
ensino médio. As idades variaram de 15 a 18 anos (M = 16,14), sendo a maioria do sexo feminino (58%). Os instrumentos utilizados foram: Questionário  sociodemográfico, Escala de Responsividade e Exigência Parental-EREP, Escala de Congruência entre Pais e Filhos  sobre Escolha Profissional-ECPF-EP e Escala de Autoeficácia para Escolha Profissional-EAE-EP. Por meio da análise de regressão hierárquica, os instrumentos foram agrupados em três blocos. O modelo formado a partir do último bloco foi o melhor, sendo que as variáveis responsividade materna, congruência complementar e autoeficácia para busca de informação profissional
prática foram os preditores significativos. Sugere-se a continuidade dos estudos.

Palavras-chave: autoeficácia para escolha profissional, relações familiares, estilos parentais, orientação profissional

Rodolfo Ambiel, Universidade São Francisco, Campus de Campinas-SP, Brasil

Universidade São Francisco, Campus de Campinas-SP, Brasil

Adriana Ferraz, Universidade São Francisco, Campus de Campinas-SP, Brasil

Graduada em Psicologia pela Universidade São Francisco, Campus Itatiba/SP (2016). Tem experiência na área de Psicologia Educacional, com ênfase em Fundamentos e Medidas da Psicologia, atuando principalmente nos seguintes temas: habilidades linguísticas e metalinguísticas e motivação para aprender no contexto do ensino fundamental. Atualmente é mestranda em Psicologia no Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu pela Universidade São Francisco, Campus Campinas/SP (linha de pesquisa em Avaliação Psicológica e Educacional).
Ambiel, R., Ferraz, A., Pereira, E., Simões, N., & Silva, J. (2019). Predição da definição da escolha vocacional a partir de variáveis familiares. Avances En Psicología Latinoamericana , 37(1), 89–101. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/apl/a.6193

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