Conteúdo do artigo principal

Autores

Através da meditação, as pessoas são conscientes do que acontece no seu corpo e na sua mente, aceitando as experiências presentes como elas são e conseguindo uma melhor compreensão da verdadeira natureza das coisas. A prática da meditação e a sua inclusão como técnica de intervenção tem gerado muito interesse pela identificação dos mecanismos cerebrais através dos quais elas agem. Diferentes estudos têm proposto que a prática da meditação está ligada com a utilização de diferentes redes neuronais além das mudanças na estrutura e função cerebral, o que se pode evidenciar numa maior concentração de substância cinzenta nas estruturas do hipocampo, ínsula anterior direita, córtex órbito-frontal, além de uma maior participação do córtex cingulado anterior. Estes e outros estudos mostraram as muitas implicações da prática regular de mindfulness nas estruturas e funções do cérebro, além da sua relação com estados observáveis e subjetivos nas pessoas que a praticarem. A evidência propicia a inclusão de mindfulness na terapia psicológica, desenvolvendo múltiplas aplicações e pesquisas encaminhadas para mostrar a sua efetividade no tratamento de problemas afetivos, emocionais, intervenção em crise, habilidades sociais, criatividade verbal, estresse nas famílias e nos cuidadores de pacientes com demência, entre outros.No âmbito da reabilitação neuropsicológica não tem propostas formais de intervenção, sendo o alvo do presente artigo, baseado no modelo histórico-cultural da Neuropsicologia e as principais idéias de A. R. Luria.

María Jimena Sarmiento-Bolaños, Universidad de San Buenaventura

Psicóloga, Magister en Neuropsicología. Docente. Universidad de San Buenaventura; Instituto Colombiano de Neurociencias

Alexander Gómez-Acosta, Universidade Federal do Paraná

Psicólogo, Magister en Neuropsicología. Estudiante de Doctorado Universidade Federal do Paraná
Sarmiento-Bolaños, M. J., & Gómez-Acosta, A. (2013). Mindfulness. Uma proposta de aplicação em reabilitação neuropsicológica. Avances En Psicología Latinoamericana , 31(1), 140–155. Recuperado de https://revistas.urosario.edu.co/index.php/apl/article/view/2368

Downloads

Não há dados estatísticos.