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O artigo mostra o percurso da produção de conteúdo do canal educativo Amazônia Ribeirinha na plataforma do YouTube. O canal nasceu com uma perspectiva de produção alternativa, colaborativa e em rede durante a Covid-19, com a produção de notícias, webséries, documentários e vídeos educativos. O propósito foi apostar em uma produção mais próxima das realidades locais, com destaque para as histórias, protagonismos e resistências das populações tradicionais (indígenas, quilombolas, ribeirinhos). Diante da escassez de notícias na região, principalmente no interior do Amazonas, onde o acesso é difícil, tendo o rio como único caminho às populações da região; e observando as multiplicidades de compreensão da Amazônia no Baixo Amazonas. Para tanto, os autores principais que nortearam o artigo foram Jenkis (2008), Martino (2015), Neves (2019), dentre outros. Quanto à metodologia tomou-se uma pespectiva de produção colaborativa em rede para a produção dos vídeos, com a participação das populações ribeirinhas e do ponto de vista de concepção e abordagem assentou-se nos pressupostos do método etnográfico e de uma perspectiva decolonial da seleção dos temas e entrevistados. O trabalho mostrou as possibilidades de produzir com dispositivos móveis, de baixo custo e a experimentação na produção de novas formas de narrar a Amazônia.

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