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Neste artigo apresentamos os resultados de uma pesquisa empírica na que exploramos o impacto da emigração como experiência de contraste com um “outro cultural” na construção da identidade andaluza (Sul da Espanha). Para isso, temos analisado o uso de comparações em narrativas identitárias (Bruner, 1991) de pessoas com distintas experiências migratórias em grupos de discussão sobre a identidade andaluza. Se analisaram os dados discursivos usando um sistema de categorías de elaboração própria. Os resultados mostraram que as comparações como estratégia de construção da identidade no debate eram diferencialmente empregadas pelos três grupos (emigrantes, não emigrantes e emigrantes retornados), sendo os emigrantes os que mais recorriam a dito recurso. Também variavam a natureza e o grau de explicitação dos objetos e referentes da comparação. Como conclusão esgrimimos que a experiencia de emigração, como vivência de contraste com um alter cultural, afeta o modo em eu as pessoas construímos nossas identidades, sendo a comparação com este alter um dos recursos mais empregados para dito processo.

Palavras-chave: identidade, alteridade, narrativas, migração.

Beatriz Macías-Gómez-Stern, Universidad Pablo de Olavide

Profesora contratada doctora del departamento de Antropología Social, Psicología Básica y Salud Pública

Samuel Arias-Sánchez, Universidad de Sevilla

Profesor ayudante del Departamento de Psicología Experimental.
Macías-Gómez-Stern, B., & Arias-Sánchez, S. (2018). Eu sou o que você não é: a alteridade na definição da identidade andaluza. Avances En Psicología Latinoamericana , 36(3), 493–509. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/apl/a.5634

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