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Autores

O artigo objetiva problematizar as relações micropolíticas produzidas no Centro de Atenção Psicossocial (caps), de Alegrete-RS, com foco nos princípios éticos da relação dos trabalhadores com a clientela e no trabalho em equipe, identificando aproximações e distanciamentos com as proposições da atenção psicossocial. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, descritiva e analítica. Realizaram-se entrevistas com usuários e trabalhadores, e observação participante. Encontraram-se aspectos de mobilização subjetiva, inovação e criação de relações que produzem rupturas nas práticas institucionais, potencializando subjetivação, agenciamentos, resistências e invenção de dispositivos diversos de relação e interação na sociedade, produzindo territórios existenciais, na perspectiva da atenção psicossocial. As relações micropolíticas trabalham para agenciar processos de produção de sentido e valorização de saberes, caracterizando uma postura ética no âmbito das relações

Carmen Terezinha Leal Argiles, Prefeitura Municipal de Pelotas

Psicóloga, Doutora em Ciências da Saúde.

Ana Paula Müller de Andrade, Universidade Federal de Pelotas

Psicóloga, Doutora em Ciências Humanas.

Luciane Prado Kantorski, Universidade Federal de Pelotas

Enfermeira, Doutora em Enfermagem Psiquiátrica.

Janaína Quinzen Willrich, Universidade Federal de Pelotas

Enfermeira, Doutora em Ciencias da Saúde
Argiles, C. T. L., Andrade, A. P. M. de, Kantorski, L. P., & Willrich, J. Q. (2018). Processos de subjetivação e relações micropolíticas do modo de atenção psicossocial. Avances En Psicología Latinoamericana , 36(2), 285–297. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/apl/a.5181

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