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Para obter evidências sobre a validez de constructo através da análise fatorial confirmatória tem  isso habitual tratar as escalas tipo Likert como se fossem variáveis contínuas medidas segundo  ma escala de intervalo.  Portanto, o método de estimação de máxima verossimilitude tem sido amplamente aplicado, mas ao mesmo tempo isto implica problemas em torno às correlações de Pearson e a assimetria da distribuição de respostas aos itens. Neste estudo de simulação analisamos –através de χ2, do erro tipo I e da potência— modelos bem e mau especificados comparando cinco métodos de estimação (máxima verossimilitude —ml—, máxima verossimilitude robusta —rml—, mínimos quadrados ponderados —mls—, mínimos quadrados não ponderados —uls— e mínimos quadrados não ponderados robustos —ruls—) em relação com as características dos modelos: número de fatores, número de categorías de resposta, assimetria dos itens e tamanho amostral. Aconselhamos usar o método ruls de estimação, no qual estão implicadas as correlações policóricas.

Palavras-chave: análise fatorial confirmatória, escalas tipo Likert, métodos de estimação, erro tipo I, potência.

Francisco Pablo Holgado-Tello, Universidad Nacional de Educación a Distancia —uned—

Metodología de las CC. del Comportamiento

Profesor Titular de Universidad

Holgado-Tello, F. P., Morata-Ramirez, M. Ángeles, & Barbero García, M. I. (2018). Análise fatorial confirmatória de variáveis ordinais: um estudo de simulação que compara os principais métodos de estimação. Avances En Psicología Latinoamericana , 36(3), 601–617. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/apl/a.4932

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