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Existem poucos modelos animais de declínio cognitivo que poderiam ser considerados tão importantes como o modelo de lesão colinérgica da doença de Alzheimer. A doença de Alzheimer é uma patologia neurodegenerativa associada com o envelhecimento e com acentuada e progressiva disfunção cognitiva. Suas complexas e múltiplas vias neurais sequenciais e pode conduzir à compreensão de que as intervenções de agente único pode ser insuficiente para impactar o curso desta doença. O tratamento farmacológico atual é paliativo e, embora possa retardar a progressão da doença, não é capaz de oferecer a cura. A combinação de drogas e substâncias antioxidantes tem sido investigada, no entanto, existem poucos estudos que demonstram resultados consistentes baseados nesta presunção. Assim, o objetivo deste artigo foi destacar as terapias baseadas na reposição celular como potencial tratamento para doenças do sistema nervoso periférico e central

Élida Fluck Pereira Neto, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre

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