Main Article Content

Authors

This study aimed to identify and discuss the informal
care networks of women in situations of domestic violence who are users of mental health and social assistance specialized care services in a city of the interior of Northeast Brazil. The theoretical and methodological perspectives adopted were the institutional analysis with an emphasis on intervention-research, which allowed to visualize the forces that tend to the reproduction (instituted) and those that tend to transform a certain phenomenon (instituting). To this end, six meetings were carried out with the professionals of the domestic violence services, plus interviews with four women from the meetings. Also, other instruments used in this study
were the research diary, ecomaps, and medical  records of the services. Thus, the data analysis flowed to identify three analyzers about what has remained and what has been transformed in the informal networks of care for women in situations of domestic violence. The first analyzer refers to the women’s informal network configuration based on domestic violence. The second consists in the relationship between the formal and informal network, and the third consists in the warm and living networks possibly built with the contribution of the research process. It is also worth noting the important role of the informal network as a care sevice for women in situations of domestic violence and ethical-political suffering, as it appears as a network capable of contributing to the participation and autonomy of users within healthcare.

Gomes , R., Severo, A. K. ., Silva Fernandes de Medeiros, K. K., Palhares Bezerra, L. C., & Nunes Pinheiro, E. M. (2022). Domestic Violence and Ethical-Political Support: Informal Care Networks of Users of the Psychosocial Care Center and the Social Care Referral Center in the Brazilian Context. Avances En Psicología Latinoamericana, 39(3), 1–16. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/apl/a.10358

Alves, M. (2018). Interfaces entre gênero e saúde mental abordadas por estudos qualitativos das ciências sociais e humanas: foco nas experiências subjetivas. Revista Gênero, 18(2), 155-177. https://doi.org/10.22409/rg.v18i2.1149

Barbosa, L. B., Dimenstein, M., & Leite, J. F. (2014). Mulheres, violência e atenção em saúde mental: questões para (re) pensar o acolhimento no cotidiano dos serviços. Avances en Psicología Latinoamericana, 32(2), 309-320. https://dx.

doi.org/10.12804/apl32.2.2014.09

Bergallo, R., & Nascimento, A. C. T. M. (2018). Ecomapa como instrumento na atenção primária à saúde.

Revista pebmed, 38-42. https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms/files/20941/1523281034Revista_-_1_edio.pdf

Bertini, F. M. A. (2014). Sofrimento ético-político: uma análise do estado da arte. Psicologia & Sociedade, 26(2), 60-69. https://doi.org/10.1590/S0102-71822014000600007

Biella, J. L. (2005). Mulheres em situação de violência – políticas públicas, processo de empoderamento e a intervenção do assistente social [Trabalho de conclusão de curso, Universidade Federal de Santa Catarina]. http://tcc.bu.ufsc.br/Ssocial286678.pdf

Campos, I. O., & Zanello, V. (2016). Saúde mental e gênero: o sofrimento psíquico e a invisibilidade das violências. Revista de Antropologia, (48), 105-118. https://periodicos.ufrn.br/vivencia/article/view/11505/8096

Carneiro, A. C., Murmel, J. G., & Werner, R. (2017, 28-30 de junho). Relações de gênero e saúde mental: a marginalização da mulher com transtorno mental [Resumo expandido]. Anais do 3º Fórum de Direitos Humanos e Saúde Mental, Florianópolis, SC, Brasil. http://www.direitoshumanos2017.abrasme.org.br/resources/anais/8/1489545418_ARQUIVO_Artigoabrasme.pdf

Conselho Federal de Psicologia [cfp]. (2013). Referências técnicas para prática de psicólogas(os) no Centro de Referência Especializado da Assistência Social. cfp.

Dillon, G., Hussain, R., Loxton, D., & Rahman, S. (2013). Mental and physical health and inti-mate partner violence against women: A review of literature. International Journal of Family Medicine, Artigo 313909. https://doi.org/10.1155/2013/313909

Dutra, M. L, Prates, P. L., Nakamura, E., & Villela, W. V. (2013). A configuração da rede social de mulheres em situação de violência doméstica.Ciência & Saúde Coletiva, 18(5), 1293-1304. https://www.scielo.br/pdf/csc/v18n5/14.pdf

Dutra, V. F. D., & Oliveira, R. M. P. (2015). Revisão integrativa: as práticas territoriais de cuidado em saúde mental. Aquichan, 15(4), 529-540. http://www.scielo.org.co/pdf/aqui/v15n4/v15n4a08.pdf

Eslabão, A. D., Coimba, V. C. C., Kantorski, L. P., Pinho, L. B., & Santos, E. O. (2017). Rede de cuidado em saúde mental: visão dos coordenadores da estratégia saúde da família. Revista Gaúcha de Enfermagem, 38(1), 1-8. https://doi.org/10.1590/1983-1447.2017.01.60973

Ferla, A. A., Rocha, C. M. F., Dias, M. T. G, & Santos, L. M. (2015). Redes vivas de educação e saúde e a integração universidade e sistema local de saúde: saberes locais e múltiplas saúdes como capacidade profissional e como atributo das redes de atenção. In A. A. Ferla, C. M. F. Rocha, M. T. G. Dias & L. M. Santos (Orgs.), Redes vivas de educação e saúde: relatos e vivências da integração universidade e sistema de saúde (pp. 11-23). Editora Rede Unida.

Gazignato, E. C. S., & Silva, C. R. C. (2014). Saúde mental na atenção básica: o trabalho em rede e o matriciamento em saúde mental na Estratégia de Saúde da Família. Saúde em Debate, 38(101), 296-304. http://dx.doi.org/10.5935/0103-1104.20140027

Gomes, M. P. C., & Merhy, E. E. (2014). Pesquisadores in-mundo: um estudo da produção do acesso e barreira em saúde mental (1 ed.). Rede unida.

Guedes, R. N., Silva, A. T. M. C., & Fonseca, R. M. G. S. (2009). A violência de gênero e o processo saúde-doença das mulheres. Escola Anna Nery, 13(3), 625-631. https://doi.org/10.1590/S1414-81452009000300024

Hess, R. (2006). Momento do diário e diário dos momentos. In E.C. Souza & M. H. M. B. Abrahão (Orgs.), Tempos, narrativas e ficções: a invenção de si. edipucrs.

Hooks, B. (2020). O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras (10 ed.). Rosa dos Tempos.

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada [ipea]. (2020). Atlas da Violência de 2020. IPEA. https://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=-com_content&view=article&id=36488&Itemid=432

Kantorski, L. P., Jardim, V. M. R., Treichel, C. A. S., Andrade, A. P. M., Silva, M. S. S. J., & Coimbra, V. C. C. (2019). Gênero como marcador das relações de cuidado informal em saúde mental.

Cadernos Saúde Coletiva, 27(1), 60-66. https://doi.org/10.1590/1414-462X201900010071

Kemper, M. L. C., Martins, J. P. A., Monteiro, S. F. S., Pinto, T. S., & Walter, F. R. (2015). Integralidade e redes de cuidado: uma experiência do pet-Saúde/Rede de Atenção Psicossocial. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 19(1),

-1003. https://doi.org/10.1590/1807-57622014.1061

L’Abbate, S. (2012). Análise Institucional e Intervenção: breve referência à gênese social e histórica de uma articulação e sua aplicação na Saúde Coletiva. Mnemosine, 8(1), 194-219. https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/ mnemosine/article/view/41580/28849

Lei n. 11.340 de 2006. Lei Maria da Penha, cria mecanismos para coibir a violência doméstica e

familiar contra a mulher. 07 de agosto de 2006. D.O.U de 08/08/2006, pág. Nº 1.

Lourau, R. (1975). Análise institucional. Vozes. Lourau, R. (2004). Objeto e método na Análise Institucional. In S. Altoé & R. Lourau (Orgs.), Analista Institucional em tempo integral (pp. 66-88). Hucitec.

Martins, H. H. T. S. (2004). Metodologia qualitativa de pesquisa. Educação e Pesquisa, 30(2), 289-300. https://doi.org/10.1590/S1517-97022004000200007

Monken, M., Peiter, P., Barcellos, C., Rojas, L. I., Navarro, M. B. M. A., Gondim, G., & Gracie, R. (2008). O território na saúde: construindo referências para análises em saúde e ambiente. In A. C. Miranda, C. Barcellos, J. C. Moreira & M. Monken (Orgs.), Território, ambiente e saúde (pp. 23-42). Editora Fiocruz.

Mota, M. L. (2017). Violência contra as mulheres e saúde mental: silenciamentos e invisibilidades do sofrimento de usuárias da atenção primária à saúde em Recife [Dissertação de mestrado, Universidade Federal de Pernambuco]. https://

repositorio.ufpe.br/handle/123456789/25471

Netto, L. A., Moura, M. A. V., Araujo, C. L. F., Souza, M. H. N., & Silva, G. F. (2017b). As Redes Sociais de Apoio às Mulheres em Situação de Violência pelo Parceiro Íntimo. Texto & Contexto - Enfermagem, 26(2), 1-11. http://dx.doi. org/10.1590/0104-07072017007120015

Netto, L. A., Moura, M. A. V., Queiroz, A. B. A, Leite, F. M. C., & Silva, G. F. (2017a). Isolamento de mulheres em situação de violência pelo parceiro íntimo: uma condição em redes sociais. Escola Anna Nery, 21(1), 1-8. https://doi.org/10.5935/1414-8145.20170007

ONU Mulheres Brasil. (2016). Pesquisa de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher: Relatório Executivo I - Primeira Onda – 2016. onu. https://www.onumulheres.org.br/wpcontent/uploads/2017/11/

violencia_domestica_geracoes_out_17.pdf

Pasinato, W. (2015). Oito anos de Lei Maria da Penha: Entre avanços, obstáculos e desafios. Revista Estudos Feministas, 23(2), 533-545. https://doi.org/10.1590/0104-026X2015v23n2p533

Pedrosa, M., & Zanello, V. (2016). (In)visibilidade da violência contra as mulheres na saúde mental. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 32, 01-08. https://doi.org/10.1590/0102-3772e32ne214

Pegoraro, R. F., & Caldana, R. H. L. (2008). Mulheres, loucura e cuidado: a condição da mulher na provisão e demanda por cuidados em saúde mental. Saúde e Sociedade, 17(2), 82-94. https://www.scielo.br/pdf/sausoc/v17n2/09.pdf

Righi, L. B., Rohde L. S. P., Baibich, M. E., Macharelli, A. A., & Robinson, P. G. (2014). Apoio para a produção de redes de (em) saúde: efeitos de percursos formativos em humanização da atenção e gestão do sus. Saúde & Transformação Social, 5(2), 59-68. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2178-70852014000200008

Santi, L. N., Nakano, A. M. S., & Lettiere, A. (2010). Percepção de Mulheres em Situação de Violência sobre o Suporte e Apoio Recebido em seu Contexto Social. Texto & Contexto, Enfermagem, 19(3), 417-24. https://www.scielo.br/pdf/

tce/v19n3/a02v19n3

Silva, A. B., & Pinho, L. B. (2015). Território e saúde mental: contribuições conceituais da geografia para o campo psicossocial. Revista Enfermagem uerj, 23(3), 420-424. http://dx.doi.org/10.12957/reuerj.2015.10091

Zanello, V., Fiuza, G., & Costa, H. S. (2015). Saúde mental e gênero: facetas gendradas do sofrimento psíquico. Fractal: Revista de Psicologia, 27(3), 238-246. https://doi.org/10.1590/1984-0292/1483

Zanello, V., & Silva, R. M. (2012). Saúde mental, gênero e violência estrutural. Revista Bioética, 22(2), 267-279. https://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/745/776

Downloads

Download data is not yet available.

Most read articles by the same author(s)