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Con la consolidación de la mujer en el mercado laboral, se ha observado una relativa división de las tareas domésticas, pero aún persiste el predominio de la figura femenina como principal responsable de los hijos. El objetivo de este estudio fue comprender la experiencia materna de mujeres con hijas adolescentes, analizando los desafíos que enfrentan para ayudar a las jóvenes a adquirir autonomía en un contexto diferente al que ellas mismas vivieron. Se trata de una investigación clínico-cualitativa psicoanalítica, utilizando las narrativas transferenciales como estrategia metodológica. Participaron 10 madres, quienes pasaron por entrevistas individuales con la ayuda de una obra de arte como mediadora de comunicación. Parte de la recolección de datos se realizó presencialmente y parte, de manera virtual. El estudio reveló el desconcierto de las madres al intentar imponer límites para proteger a sus hijas de las amenazas de las redes sociales digitales. Las madres se sentían angustiadas, buscando encontrar el equilibrio entre otorgar libertad y establecer límites, ya que sus experiencias pasadas como adolescentes, así como la identificación con sus propias madres, no eran suficientes para afrontar las nuevas demandas. El apoyo de la familia en el compartir las angustias vividas por las madres fue esencial para que ellas se sintieran más cómodas y seguras en su experiencia de la maternidad con hijas adolescentes.

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