Contenido principal del artículo

Autores/as

El objetivo de este estudio fue analizar las posibles contribuciones que el deporte ha generado en la vida de los atletas con discapacidad y conocer las dificultades y retos que se encuentran al ser un atleta paralímpico en Brasil. Se hizo una investigación cualitativa, descriptiva y exploratoria, con entrevistas narrativas, realizadas de forma individual y semiestructurada. Participaron 14 atletas paralímpicos brasileños activos, procedentes de deportes individuales y con algún tipo de discapacidad física, de las cinco regiones del país, de ambos sexos y de diferentes edades. Se aplicó el análisis categórico de Bardin, y se enumeraron categorías temáticas que representaban el objetivo del estudio. Los resultados demostraron que el deporte paralímpico contribuye positivamente a la aceptación personal del atleta con discapacidad, favorece nuevas interacciones sociales, y proporciona nuevas oportunidades financieras, culturales y educativas. Se evidenció que el deporte paralímpico constituye un importante vector de transformación social y subjetiva, promoviendo la inclusión, el empoderamiento, la pertenencia y la ciudadanía. Al redefinir la discapacidad, fortalece la autonomía y amplía el reconocimiento público, contribuyendo a los campos de la educación física, la psicología y otras áreas que estudian a las personas con discapacidad. Sin embargo, persisten retos estructurales, como las barreras de accesibilidad, la desigualdad regional de recursos, la precaria profesionalización y las representaciones mediáticas. Las diferencias entre modalidades y tipos de discapacidad acentúan estas desigualdades, sobre todo en los deportes menos visibles. Esto refuerza la necesidad de políticas públicas intersectoriales que articulen el deporte, la inclusión y la justicia social.

Feiten, G., Schaab , D. M., & Roese Sanfelice, G. (2025). Entre logros y obstáculos: la práctica deportiva y los desafíos vividos por atletas paralímpicos brasileños. Avances En Psicología Latinoamericana , 43(1). https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/apl/a.11954

Associação Brasileira de Normas Técnicas. (2020). NBR 9050: acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.

Almeida, M. (2018). Esporte paralímpico e políticas públicas: desafios da inclusão e equidade regional. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 40(2), 150-160. https://doi.org/10.1016/j.rbce.2017.12.001 DOI: https://doi.org/10.1016/j.rbce.2017.12.001

Amorim, A. (2014). Autonomia e deficiência: uma abordagem a partir dos direitos humanos. Revista Brasileira de Educação Especial, 20(1), 109-124. https://doi.org/10.1590/S1413-65382014000100009 DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-65382014000100009

Bailey, S. (2008). Athlete first: A history of the Paralympic Movement. John Wiley. DOI: https://doi.org/10.1002/9780470724323

Bardin, L. (2016). Análise de conteúdo. Edições 70.

Barreto, M. (2016). Esporte paralímpico brasileiro: vozes, histórias e memórias de atletas medalhistas (1976 a 1992) [Tesis doctoral inédita]. Universidade Estadual de Campinas.

Barrozo, L., Silva, L., & Vaz, S. (2012). Acessibilidade como fator de inclusão: reflexões teóricas. Revista Educação Especial, 25(43), 359-372.

Bettine, M., & Freitas, G. (2020). Impactos psicossociais e econômicos em atletas e treinadores olímpicos/paraolímpicos de modalidades aquáticas devido ao COVID-19: percepções, discursos e perspectivas. Motrivivência, 32(63), 1-17. https://doi.org/10.5007/2175-8042.2020e73299 DOI: https://doi.org/10.5007/2175-8042.2020e73299

Bredariol, C., Pires, L., & Nunes, L. (2022). Narrativas de atletas paralímpicos brasileiros: entre desafios, superações e invisibilidades. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 44, Artigo e024122.

Brittain, I. (2012). The military and the Paralympic Movement. The Conversation. http://theconversation.com/the-military-and-the-modernparalympic-movement-9366 DOI: https://doi.org/10.64628/AA.mq53gku65

Buysse, J., & Borcherding, B. (2010). Framing gender and disability: A cross-cultural analysis of photographs from the 2008 Paralympic Games. International Journal of Sport Communication, 3(3), 308-321. https://doi.org/10.1123/ijsc.3.3.308 DOI: https://doi.org/10.1123/ijsc.3.3.308

Cardoso, V. (2016). O desenvolvimento da carreira esportiva de atletas paraolímpicos no Brasil [Tese de doutorado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul]. Lume Repositorio Digital de la Universidade Federal do Rio Grande do Sul. https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/149557/001006495.pdf

Cardoso, V., Silva, D., Silva, C., & Araújo, P. (2018). A contribuição da mídia na construção dos ídolos paralímpicos brasileiros. Brazilian Journal of Education, Technology and Society, 11(1), 78-86. https://doi.org/10.14571/brajets.v11.n1.78-86 DOI: https://doi.org/10.14571/brajets.v11.n1.78-86

Comitê Paralímpico Brasileiro. (2022). Esporte adaptado: perspectivas e desafios. Boletim Técnico do CPB, 4(1). https://cpb.org.br/governanca-e-etica/relatorio-tecnico/

Costa, R. (2004). Barreiras arquitetônicas e acessibilidade no cotidiano. Moderna.

DaCosta, L. (2018a). O legado esportivo dos Jogos Rio 2016: avanços e limitações para o esporte paralímpico. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 32(3), 325-338.

DaCosta, L. (2018b). Política de esporte para deficientes no Brasil: do amadorismo à gestão pública esportiva. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 40(2), 223-229.

Diniz, D., Medeiros, M., & Squinca, F. (2009). Direitos humanos e justiça. SUR: Revista Internacional dos Direitos Humanos, 6(11), 65-77. DOI: https://doi.org/10.1590/S1806-64452009000200004

Duarte, E., & Cohen, C. (2006). Política pública de inclusão: a acessibilidade como prioridade. Revista Brasileira de Educação Especial, 12(2), 247-258.

Faborges, A., Silva, R., & Santos, M. (2022). Atleta de paraciclismo: uma história de vida. Revista de Inovação e Tecnologia (RIT), 12(1), 99-122. https://rit.openjournalsolutions.com.br/index.php/rit/article/view/60

Fernandes, N., Silva, R., & Oliveira, M. (2018). Esporte e cultura: informação quebrando barreiras. Anais do Congresso de Educação Profissional e Tecnológica do IFSP (Vol. 4). Instituto Federal de São Paulo.

Gesser, M., Block, P., & de Mello, A. (2020). Estudos da deficiência: interseccionalidade, anticapacitismo e emancipação social. Em M. Gesser, G. Böck & P. Lopes (Orgs.), Estudos da deficiência: anticapacitismo e emancipação social (pp. 17-35). CRV. DOI: https://doi.org/10.24824/978655868467.1

Goffman, E. (1988). Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada (4ª ed.). LTC.

Gomes, M., Rezende, C., & Tortorelli, M. (2010). Barreiras arquitetônicas e o direito de ir e vir. Revista da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, 2(4), 41-55.

Haiachi, M., Duarte, E., Ribas, J., & Araújo, P. (2016). Reflexões sobre a carreira do atleta paraolímpico brasileiro. Ciência & Saúde Coletiva, 21(10), 2999-3006. https://doi.org/10.1590/1413-812320152110.18512016 DOI: https://doi.org/10.1590/1413-812320152110.18512016

International Paralympic Committee. (2021). Paralympic Games History.

Jovchelovitch, S., & Bauer, M. (2011). Entrevista narrativa. Em M. Bauer & G. Gaskell (Orgs.), Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático (pp. 90-113). Vozes.

Kars, C., Hofman, M., Geertzen, J., Pepping, G.-J., & Dekker, R. (2009). Participation in sports by lower limb amputees in the Province of Drenthe, the Netherlands. Prosthetics and Orthotics International, 33(4), 356-367. https://doi.org/10.3109/03093640902984579 DOI: https://doi.org/10.3109/03093640902984579

Kim, K., Lee, S., & Oh, E.-S. (2017). Athletes with disabilities in the Paralympic Games: A framing analysis of television news. Managing Sport and Leisure, 22(4), 255-275. https://doi.org/10.1080/23750472.2018.1445976 DOI: https://doi.org/10.1080/23750472.2018.1445976

Lei n.º 9.615, de 24 de março de 1998. Diário Oficial da União. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9615consol.htm

Lima, M. (2006). Cenas da prática de atividade física e esporte para deficientes. Em 3º Seminário Internacional Ciência e Tecnologia na América Latina (Vol. 1) (pp. 1-7). Campinas.

Manzini, E. (2005). Inclusão e acessibilidade. Revista da Sociedade Brasileira de Atividade Motora Adaptada — SOBAMA, 10(1), 31-36.

Marques, R. (2016). A contribuição dos Jogos Paralímpicos para a promoção da inclusão social: o discurso midiático como um obstáculo. Revista USP, (108), 87-96. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i108p87-96 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i108p87-96

Marques, R. (2010). O esporte paraolímpico no Brasil: abordagem da sociologia do esporte de Pierre Bourdieu [Tese de doutorado, Universidade Estadual de Campinas]. Repósitorio da Produção Científica e Intelectual da Unicamp. https://doi.org/10.47749/T/UNICAMP.2010.779796 DOI: https://doi.org/10.47749/T/UNICAMP.2010.779796

Melo, V., & López, C. (2002). Esporte adaptado: história e inclusão. Phorte.

Minayo, M. (2014). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde (14ª ed.). Hucitec.

Miranda, T. (2011). Comitê Paralímpico Brasileiro — 15 anos de história [Dissertação de mestrado, Universidade Estadual de Campinas].

Pancotto, F. (2016). Inclusão social e políticas públicas no Brasil: entre a utopia e a realidade. Revista Katálysis, 19(1), 98-107.

Parsons, A., & Winckler, C. (2012). Esporte e a pessoa com deficiência: contexto histórico. Em M. Mello & C. Winckler (Orgs.), Esporte paralímpico (pp. 1-18). Atheneu.

Parsons, M. (2016). O Brasil paralímpico: da invisibilidade à potência. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 30(4), 1061-1076.

Pasini, G., Gutierrez, G., & Duarte, E. (2020). Comitê Paralímpico Brasileiro: análise do ambiente, estratégia e estrutura organizacional. Motrivivência, 32(63), Artigo e73677. https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/article/view/2175-8042.2020e73677 DOI: https://doi.org/10.5007/2175-8042.2020e73677

Piccolo, G. (2024). Capacitismo: uma categoria útil para a análise histórica das marginalizações sociais. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 39, Artigo e3901. https://doi.org/10.1590/39015/2024 DOI: https://doi.org/10.1590/39015/2024

Rademeyer, C. (2015). Guttmann’s ingenuity: The Paralympic Games as legacy of the Second World War. História, 60(1), 47-59. http://dx.doi.org/10.17159/2309-8392/2015/v60n1a3 DOI: https://doi.org/10.17159/2309-8392/2015/v60n1a3

Rodrigues, D. (2005). Acessibilidade e arquitetura: uma abordagem inclusiva. Revista Brasileira

de Educação Especial, 11(1), 123-134.

Schell, L., & Duncan, M. (1999). A content analysis of CBS’s coverage of the 1996 Paralympic Games. Adapted Physical Activity Quarterly, 16(1), 27-47. https://doi.org/10.1123/apaq.16.1.27 DOI: https://doi.org/10.1123/apaq.16.1.27

Seron, B., Souto, E., Malagodi, B., & Greguol, M. (2021). O esporte para pessoas com deficiencia e a luta anticapacitista — dos estereotipos sobre a deficiência à valorização da diversidade. Movimento, 27, Artigo e27048. https://doi.org/10.22456/1982-8918.113969 DOI: https://doi.org/10.22456/1982-8918.113969

Slatin, C., & Rush, R. (2002). Universal design: Ensuring access and equity for all. Journal of

Physical Therapy Education, 16(2), 3-10.

Stake, R. (2011). Pesquisa qualitativa: estudando como as coisas funcionam. Penso.

Tasiemski, T., Kennedy, P., Gardner, B., & Taylor, N. (2005). The association of sports and physical recreation with life satisfaction in a community sample of people with spinal cord injuries. NeuroRehabilitation, 20(4), 253-265. https://doi.org/10.3233/NRE-2005-20403 DOI: https://doi.org/10.3233/NRE-2005-20403

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.