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Este artigo analisa as estratégias e ferramentas de comunicação que podem promover o envolvimento da juventude andaluza na cooperação internacional e na justiça global. Embora vários estudos demonstrem que os jovens manifestam preocupação com problemas globais, como a pobreza ou as alterações climáticas, persiste uma lacuna entre esse interesse e o seu envolvimento sustentado em iniciativas relacionadas com a cooperação internacional. A investigação adota uma abordagem metodológica mista que combina análise documental, um questionário dirigido a organizações de cooperação, entrevistas semiestruturadas e grupos de discussão com profissionais do setor e estudantes universitários de comunicação. O estudo foi desenvolvido no contexto de um projeto impulsionado pela Coordenadora Andaluza de ONGD. Os resultados mostram que as organizações identificam várias dificuldades em estabelecer contato com o público jovem, entre as quais estruturas organizacionais pouco atualizadas, escassez de recursos, estilos de comunicação excessivamente técnicos e a complexidade dos temas abordados. Da mesma forma, observa-se que, embora redes sociais como o TikTok e o Instagram tenham um elevado potencial para captar a atenção dos jovens, sua capacidade de gerar processos de participação profunda é limitada se não for complementada com outras estratégias presenciais e digitais que sejam percebidas como mais participativas. Entre os temas que suscitam maior interesse entre os jovens, destacam-se a emergência climática e o feminismo. Os resultados sugerem a necessidade de desenvolver estratégias de comunicação mais adaptadas às linguagens, aos formatos e aos espaços de socialização dos jovens, bem como de promover sua participação ativa na produção de mensagens e narrativas sobre justiça global.

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