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Os Estados recorrem à coordenação interagencial quando enfrentam situações complexas como garantir a legitimidade estatal em territórios recuperados militarmente. No momento que dois ou mais entidades decidem cooperar, devem estabelecer mecanismos para a coordenação de suas ações e relacionar os esforços individuais com objetivos comuns. O governo Uribe tem definido como prioridade o estabelecimento de instâncias de coordenação interagencial para complementar a Política de Segurança Democrática com ações para fortalecer a governabilidade, legitimidade e confiança dos cidadãos no Estado, no marco da recuperação social do território. Este artigo (i) apresenta uma aproximação inicial à teoria de coordenação interagencial e descreve algumas experiências internacionais e nacionais; (ii) define o fundamento legal e de política do trabalho cívico-militar coordenado na Colômbia; (iii) apresenta o trabalho para a recuperação social que realiza o Centro de Coordenação de Ação Integrada da Presidência da República –CCAI–, mostrando alguns avanços nesta tarefa; e (iv) finaliza concluindo que a segurança e investimento social não são excludentes e devem ir da mão, e é necessário consolidar e assegurar a sustentabilidade do trabalho realizado.

Diego Andrés Molano Aponte

Director Programas Presidenciales de Acción Social

Juan Pablo Franco

Asesor del Centro de Coordinación de Acción Integral

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