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Existe uma forte preocupação por parte dos Estados acerca da questão migratória. Enquanto esta se converte de uma força geradora de transformações sociais, políticas e económicas, também representam um desafio para o Estado tradicional que sob contextos democráticos não favorece, no entanto, institucionalmente a implantação de modelos mais pluralistas que favoreçam a inclusão dos migrantes sob certas condições. A dificuldade de implementar estes modelos radica não só nos possíveis resultados das novas relações que se geram, mas também na combinação sistemática de hábitos e estruturas sociais que geram uma cultura, sendo o significado simbólico da identidade –pública e privada— a que dá sentido ao processo adaptativo e assimilador desses migrantes. Devido ao efeito bipolar que a migração tem tido, por uma parte favorece a propiciação de flexibilidade institucional que favoreça um sistema mais plural em sentido político, por parte dos estados, mas também tem impulsado a ideia que existem identidades coletivas alheias ao nacional, que põem em risco a coesão social dentro de um Estado-nação.

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