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Pensar o último processo de globalização a partir da tradição marxista supõe considerar quais são os elementos da análise clássica (das formas de configuração e reprodução do mercado mundial) que servem ainda hoje para iniciar uma explicação acerca das condições atuais de sua existência e quais ficaram ultrapassados. A obra-prima de Marx, O capital, publicada em 1867, apresentava explicações pertinentes para um mundo que entrava em sua fase imperialista, onde o capital financeiro començava a emergir como algo determinante e cujos Estados eram considerados como grandes potências coloniais, que possuiam uma classe operária ativa com mais de um programa revolucionário. A derrota do projeto socialista, a complexidade e volatilização das características clássicas das classes sociais, a reconfiguração do imperialismo numa forma mais eficaz e capilar de domínio, as posteriores revoluções tecnológicas e a consolidação do capital tecnológico, assim como a nova chave do mercado mundial, expõem a velha teoria à severidade da história. Nossa pergunta é a seguinte: dentre as hipóteses chave desta matriz, qué elementos continuam em pé como ferramentas de análise e quais já passaram a fazer parte da história da economia política? Este trabalho terá o propó- sito de responder a esta questão.

Camila Arbuet Osuna, Conicet

Licenciada en Ciencia Política por la Universidad
Nacional de Entre Ríos, Argentina. Actualmente es becaria doctoral del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas
(Conicet), de este país. Además de dedicarse a la investigación, es docente concursada de Teoría Política I y de Filosofía Política en la Universidad Autónoma de Entre Ríos.

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