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Neste artigo, analisa-se criticamente a monopolização da administração da justiça pelo Estado sob um ponto de vista histórico, econômico e libertário. Historicamente, existiram sistemas alternativos em que a justiça era exercida de forma privada; contudo, desconhece-se quais seriam implicações de aplicar seus princípios aos sistemas atuais, marcados pela complexidade da sociedade contemporânea. Os autores respondem a essa lacuna combinando a análise histórica do caso anglo-saxão com ferramentas da teoria
econômica, a fim de examinar os incentivos institucionais que emergem nos sistemas monopolistas. Metodologicamente, realiza-se uma análise crítica de textos, na qual a teoria econômica é posteriormente confrontada com dados empíricos do caso mexicano, o que evidencia um sistema ineficiente de administração estatal da justiça e más práticas. As principais descobertas indicam que o sistema estatal gera incentivos perversos, em que os promotores maximizam objetivos pessoais e os recursos não são racionalmente alocados para seus usos mais valiosos. A relevância deste trabalho reside na justificativa e
proposição de uma alternativa viável: a privatização da administração da justiça, reconhecendo o direito das vítimas à restituição e permitindo múltiplas modalidades que gerariam maior eficiência e resultados orientados para a justiça material das vítimas.

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