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O desenvolvimento sustentável tem deixado de ser uma moda para transformar-se em uma necessidade. Desde os fatos de Bophal na Índia e Chernobyl na antiga União Soviética, até a diminuição da camada de ozônio e a recente controvérsia entre o Uruguai e a Argentina acerca da instalação de plantas geradoras de papel a um outro lado das fronteiras (e que segundo alguns autores esconde o fato de que ambos os países querem esses investimentos em seu território), a sustentabilidade é cada vez mais, um requisito que se incorpora nas políticas públicas. Neste contexto, surgem as interrogantes: é a contaminação inerente, portanto inevitável, ao processo de desenvolvimento? Como administram as empresas e os governos o desenvolvimento empresarial e o desenvolvimento econômico com o fim de diminuir os impactos da contaminação? Nestas notas abordaremos esta problemática desde o ponto de vista do comércio exterior. Na primeira seção fazemos uma revisão dos conceitos fundamentais do desenvolvimento sustentável; na segunda parte analisamos as implicações ecológicas do comércio internacional, analisando as implicações transfronteiriças da contaminação; na terceira seção abordamos a maneira em que as empresas, os governos e a sociedade civil tentam administrar os efeitos negativos do comércio internacional; na quarta seção revisamos e propomos alguns elementos de políticas públicas relacionadas com a gestão da contaminação e o comércio. A parte final cobre as conclusões.

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