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Parte-se da exposição sobre a política oficial da República Popular da China a respeito dos componentes étnicos e nacionais do país, e da definição oficial do conjunto como uma unidade de nacionalidades. Avança-se depois na discussão sobre a existência de um centro cultural hegemónico (os Han), à face dos múltiplos grupos étnicos que habitam no país. Se examina o conceito de “nacionalidade minoritária” e suas limitações em face do modelo civilizador de longa duração promovido pelos Han. Depois se introduzem estudos de caso que tendem a mostrar a relação entre etnicidade, história e ideologias dominantes. Tratam-se os casos da minoria dos Yi, situados no Sul da China, e o dos Premi, em Yunan. Também e faz menção ao processo de identidade na Mongólia Interior. Mencionam-se várias implicações políticas de importância, a partir do trabalho etno-histórico. A reprodução da cultura central nos modelos educativos, aborda-se começando por algumas consequências políticas da utilização do mandarim e das línguas locais e a relação entre o nacionalismo chinês do Estado central e as versões particulares das minorias. Também se analisam algumas relações entre a ortodoxia central e os sistemas de crenças de algumas comunidades rurais. Finaliza o artigo com algumas considerações sobre a ideia de Estado nacional e o Estado multicultural.

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