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As políticas educativas recentes têm tendido a reduzir e inclusive a eliminas os debates teóricos do campo da formação dos profissionais em educação. Apresentarei algumas tendências destas políticas nos âmbitos internacional, nacional e local, e discutirei algumas implicações destas tendências, apoiada em um exemplo no México: um currículo para formar pesquisadores em educação durante 1980, 1988, 1994 e 1998. As ferramentas conceituais (genealogia, desconstrução) são utilizadas para interpretar esta tendência, articuladas em torno à análise política do discurso, de Ernesto Laclau e Chantal Mouffe.

Buenfil Burgos, R. N. (2017). O fantasma: Exclusão e rastros do teórico na formação de pesquisadores em educação. Desafíos, 8, 49–83. https://doi.org/10.12804/revistas.urosario.edu.co/desafios/a.5928

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