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Tradicionalmente, a política de desenvolvimento e a cooperação para se têm visto como áreas reservadas aos organismos internacionais e aos Estados. O conceito mesmo de desenvolvimento tem evoluído desde os anos cinquenta. Esta evolução, unida ao impacto negativo da dívida e do ajuste estrutural no nível de vida dos países em desenvolvimento (PED), à crescente concentração da riqueza como consequência da globalização, ao retrocesso do Estado e a expansão da democratização, tem dado às organizações não governamentais (ONG) uma inusitada relevância ao ser capazes, entre outras coisas, de brindar serviços sociais onde o Estado já não o faz, e de exercer lobbying em favor de temas de interesse global, como a ecologia, a ajuda a deslocados, etc. neste documento se revisa qual é a atitude de instituições de importância decisiva nos programas de cooperação para o desenvolvimento (Banco Mundial e União Europeia) e de agências de desenvolvimento de alguns doadores, para mostrar que tanto conceitual como praticamente, as ONG se têm convertido em atores indispensáveis se querem-se alcançar os objetivos dos programas de luta contra a pobreza.

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